O prefeito de Palmas, Carlos Amastha, é um administrador com  qualidade  e defeitos. Tem mérito em ter feito ou continuado obras de seus antecessores, obras necessárias para a cidade e seus moradores terem mais qualidade na saúde, na educação e na segurança, disso são poucos os que podem negar, a capital tem outra cara depois da administração Amastha.

Mas no campo político o prefeito de Palmas parece ser desprovido de uma musculatura para enfrentar os reveses que a vida prega ao homem público.

A vida do prefeito estava em ceu de brigadeiro, bastou anunciar que era pré-candidato ao governo do Estado do Tocantins o tempo começou a mudar. Agora pipocam denúncias em série sobre desmandos na administração municipal,  sem me alongar no assunto, já que são de conhecimento público.

Agora é que saberemos se o prefeito de Palmas, que tem aversão à chamada por ele de “a velha política” terá traquejo para segurar os foguetes que certamente irão aparecer e que os políticos mais experientes sabem tão bem como surgem e quando surgem, mais ainda: sabem como conduzir o processo para não morrerem na praia em si tratando de eleição.

Com companheiros, os vereadores principalmente, abandonando a canoa do candidato Amastha e o pleno conhecimento que a vice Chintia Ribeiro, assumindo, dará uma nova cara para a administração municipal, sem falar nos aliados que causam incômodo por disputas internas no grupo por candidaturas, será que Amastha ao ponderar sobre todos os revezes irá tocar sua campanha ao governo  ou simplesmente não renuncia e deixa as águas seguirem seu curso normal?

Já estamos na contagem para saber das definições dessa novela, que terá seu capítulo final até o dia 07/04 é o  fim do prazo para governadores, presidente da República e prefeito deixarem o mandato atual se forem disputar uma vaga para outro cargo.