O presidente Jair Bolsonaro afirmou  durante almoço em evento fechado com cantores sertanejos que os gastos do governo federal com alimentos, entre eles R$ 15 milhões em latas de leite condensado, são para “enfiar no rabo da imprensa”. O chefe do Executivo almoçou em uma churrascaria acompanhado do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, dos ministros Fabio Faria, Ernesto Araújo, Tarcísio Freitas, Mario Frias, do filho Jair Renan e de artistas, como Sorocaba, Amado Batista e Nayara Azevedo.

“Quando vejo a imprensa me atacar, dizendo que comprei dois milhões e meio de latas de leite condensado, vai para puta que o pariu. Imprensa de merda essa daí. É para enfiar no rabo de vocês aí, vocês não, vocês da imprensa, essa lata de leite condensado”, disparou alterado. Enquanto discursava, foi aplaudido e ovacionado ao som de “mito” pelos ministros presentes.

O mandatário rebateu ainda dizendo que os produtos não são destinados à presidência. “Não é para a Presidência da República essa compra de alimentos até porque nossa fonte é outra. São para alimentar 370 mil homens do exército brasileiro e também programas de alimentação via Ministério da Cidadania, também alimentação via Ministério da Educação, entre tantos e tantos outros. Essas acusações levianas não levam a lugar nenhum e se me acusam disso é sinal que não tem do que me acusar”, apontou.

Ele também falou sobre a compra de chicletes, justificou que os mesmos são destinados ao Exército e que não se trata de “mordomia”. “Me acusam de ter comprado R$ 4 milhões de chicletes e quem já esteve no exército, já teve um catanho, pessoal sabe o que é um catanho, quem serviu, tem um chicletinho lá dentro. Isso não é mordomia, não é privilégio”.

O presidente Bolsonaro fechou uma churrascaria em Brasília para um evento privado com artistas.

Os gastos alimentícios do governo federal somaram mais de R$ 1,8 bilhão em 2020. Além dos R$ 15 milhões gastos com leite condensado, outros R$ 2,2 milhões foram pagos em chicletes e R$ 32,7 milhões, em pizza e refrigerante. Os dados foram expostos em reportagem do Metrópoles, no último dia 24 de janeiro. O total de gastos em alimentos em 2020 é 20% maior que em 2019.

 “E quando vejo a imprensa me atacar, dizendo que comprei dois milhões e meio de latas de leite condensado, vai para puta que o pariu. Imprensa de merda essa daí. É para enfiar no rabo de vocês aí, vocês não, vocês da imprensa essa lata de leite condensado”,

Não é para a presidência da República essa compra de alimnetos até poruqe nossa fonte é outra. São para alimentar 370 mil homens do exército brasileiro e também programas de alimentação via ministério da cidadania, também alimentação via Ministério da Educação, entre tantos e tantos outros. Essas acusações levianas não levam a lugar nenhum e se me acusam disso é sinal que não tem do que me acusar. Me acusam de ter comprado R$ 4 mi de chicletes e quem já esteve no exército, já teve um catanho, pessoal sabe o que é um vatanho, quem serviu, tem um chicletinho lá dentro. Isso não é mordomia, não é privilégio. E eixar bem claro, amanhã na live, junto com o ministro Wagner Rosário da CGU, vamos demonstrar tuod isso, inclusive, que me 2014, a Dilma comprou mais leite condesnado do que eu.

Não adianta falar que tem 40 processo de impeachment Roberto Jefferson, porque se junta todos não dá nada absolutamente,  nada propostos por partidos de esquerda como PT, PC do B, Psol ou até mesmo a OAB. Não leva a lugar nenhum, a não ser para causar transtornos e tentação na sociedade.