A maior parte dos eleitores que se declaram evangélicos (45%) votariam em Jair Bolsonaro se as eleições fossem hoje. Entre os católicos, 39% votariam no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dado é de pesquisa PoderData realizada de de 2 a 4 de agosto de 2021.

O petista lidera em todas as religiões, exceto entre os evangélicos. Tem a maior preferência entre os que se declaram pertencentes à umbanda ou ao candomblé. Nesse grupo, 78% votariam em Lula.

Esta pesquisa foi realizada no período de 2 a 4 de agosto de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. Foram 2.500 entrevistas em 491 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Entre os que votam em Jair Bolsonaro, a 2ª maior parcela depois dos evangélicos são os espíritas. Ciro Gomes (PDT) tem sua maior preferência entre os que se dizem ateus. No grupo dos que votariam no apresentador Datena, que é pré-candidato ao Planalto pelo PSL, a maior preferência é entre os que não têm religião.

João Doria (PSDB) tem seu melhor resultado entre os católicos e Luiz Henrique Mandetta (DEM) entre os que se identificam como “outros”.

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PESQUISAS MAIS FREQUENTES

O PoderData é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.

Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião.

Por Poder 360