O menino Henry Borel, morto no dia 8 de março aos quatro anos de idade, está mais perto de dar nome a uma escola que venha a ser construída pela Prefeitura do Rio.

A Câmara aprovou, em primeira discussão, o PL 121/2021, de Márcio Ribeiro (Avante). Para ser enviada à sanção de Eduardo Paes (PSD), a proposta precisa antes voltar ao plenário.

O autor lembrou que o tema sensibiliza muito a casa, já que um colega dos nobres — o (ainda) vereador Jairinho — é apontado como autor do crime.

Já Chico Alencar (PSOL), ao encaminhar o voto favorável, destacou que o projeto é uma forma “de reparar o irreparável”.

O Conselho de Ética quer levar o processo de cassação de Jairinho à votação, no plenário do velho Palácio Pedro Ernesto, até o fim do mês. Termina hoje o prazo para o governador Cláudio Castro enviar seu depoimento por escrito sobre os telefonemas que recebeu no dia da morte do menino.