É preciso dizer Não a transposição do Rio Tocantins

Há muitas considerações a se fazer sobre a transposição do Rio Tocantins, como propõe o Projeto de Lei nº 6.569/13, de autoria do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), que trata da interligação entre as bacias dos rios Tocantins e Rio São Francisco; entre tantas, uma já é mais que suficiente para pôr fim a essa proposta: vamos deixar em paz o que a natureza nos legou.

Não cabe aqui um posicionamento contra ajudar a mitigar o sofrimento de um dos rios mais importantes do país - tal qual o Tocantins -  o Rio São Francisco, aqui estamos falando da sobrevivência do Rio que dá nome ao Estado e que todos sabemos de sua importância.

Uma iniciativa que merece nossa deferência é a audiência pública proposta pela senadora Kátia Abreu (PDT) para discutir o assunto e já sabendo de antemão que a senadora é contra tal iniciativa, algo que já nos deixa satisfeitos por saber que a parlamentar é contrária a algo que por intuição podemos perceber que trará graves consequências ao Rio Tocantins.

“Primeiramente queremos a salvação do nosso rio dentro do estado do Tocantins. Depois avaliamos do ponto de vista técnico e científico se temos condições de doar água a outros estados, o que faremos com o maior prazer caso isso não traga risco ao nosso rio”, pontuou a senadora.

A audiência pública para discutir o projeto de transposição do Rio Tocantins para a Bacia do Rio São Francisco aconteceu  na última terça-feira no plenário da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), é a primeira de três audiências solicitadas pela relatora (as duas próximas serão realizadas em Brasília). Contando com a presença de especialistas no assunto a audiência contou com a participação de especialistas sobre o assunto.  Também contou com a presença da comunidade.

A voz da sociedade é essencial para que se comece a evitar que o Rio Tocantins, que está sofrendo com o processo de estiagem, venha a ser ainda mais castigado.

É isso. Precisamos discutir, mas com a prerrogativa de dizer não a essa proposta, sem termos o conhecimento real do que trará ao outrora majestoso Rio Tocantins.

 


A insistência em torno do ex-presidente e o atraso que isso gera

Investigações sobre corrupção envolvendo o ex-presidente Lula determinaram sua prisão, sem que antes fosse exercido o pleno direito do mesmo ter uma série de recursos julgados e todos eles negados, entendendo assim a justiça que Lula era culpado.

Após sua prisão há um grandioso debate em torno do fato. Para muitos uma decisão correta já que ele foi declarado culpado, para outros tantos é uma injustiça o que estão fazendo com o ex-presidente. Em meio a essas discussões, o país fica em um impasse, já que estamos em um ano de eleição e Lula, mesmo sendo condenado, preso e já estando na Lei da Ficha Limpa tem seu nome vinculado nas eleições que se aproximam.

Lula não será candidato. A menos que algo que venha a comprometer de vez o judiciário, que anda mais para lá do que para cá, que possa permitir o nome de Lula nas urnas; o que seria uma situação de descrédito total para as eleições gerais.

Não é uma discussão ideológica, partidária ou passional a respeito do ex-presidente, é apenas seguir a coerência. Nada mais que isso. Porque o país precisa andar e hoje Lula representa um entrave a uma saída dessa crise política que o país atravessa.

Que os lados, o contrário e o que defende, cheguem ao bom senso de colocarem o Brasil acima da “ideia” Lula, como ele mesmo se definiu e que ele seja apenas mais um ex-presidente que foi afastado do processo eleitoral. O Brasil precisa disso. Apenas isso para oxigenação política.


Quem tem chance na eleição suplementar

Com a  eleição suplementar, dado o afastamento  do cargo de Marcelo Miranda, ex-governador do Tocantins, os nomes começam a surgir e alguns que certamente estarão fora da disputa podem influenciar o resultado da mesma. O tabuleiro está montado e as peças começam a se move.

O ex-prefeito de Palmas dificilmente disputará o pleito, por questões de prazos eleitorais, seria um nome forte nesse momento, para a eleição majoritária poderá perder espaço e votos. Outro nomes que aparecem em destaque são os dos senadores Vicentinho e Ataídes Oliveira, ambos com cargos e com a famosa logística, essa ferramenta indispensável para quem quer disputar uma eleição em um Estado de dimensões continentais, sem esquecer que ambos têm grande capacidade de agregar valores para suas legendas.

A senadora Kátia Abreu, se tiver condições de ser candidata, é outro nome de peso. Na disputa ao Palácio Araguaia já começa como favorita a levar a eleição suplementar; correndo por fora aparece o nome do deputado estadual Damaso, que seria o candidato dos sonhos do partido do ex-governador, que teria uma sobrevida política caso Damaso fosse eleito, mas pelo pouco tempo o nome dele passa a ser uma incógnita para até mesmo ir para a convenção que escolherá o candidato.

Outro nome que desponta é o de Paulo Mourão, que sabiamente rompeu com Marcelo Miranda e evitou o desgaste de estar ao lado de um governador cassado. Tem colégios eleitorais consideráveis, porém é difícil apostar em um fôlego maior para chegar na frente dos concorrentes.

O prefeito de Araguaína- Ronaldo Dimas, parece que não quer oferecer seu nome em uma eleição de risco, vai jogar suas fichas na eleição de 7 de outubro.

Mauro Carlesse o governador é o nome a ser derrotado na eleição suplementar. Com apoio da maioria dos deputados, que conta muito, Carlesse terá na mão a famosa caneta e conseguindo fazer algo de relevância nesses poucos dias que estará no cargo, certamente estará com um pescoço de vantagem na hora da chegada.

O panorama é bem por aí. Restando saber se no último momento não surja um nome que possa suplantar os dos citados; nesse momento quem teria essa condição é difícil de imaginar. Talvez o candidato Márlon Reis, juiz da Ficha Limpa, lei que irá punir uma infinidade de corruptos de disputarem eleições no país. Um nome, uma possibilidade em um partido de pouca expressão no Tocantins e com agravo de fazer uma campanha em poucos dias.

 


Opinião: Parece que o Tocantins agora vai

Tempos difíceis está enfrentando o Estado do Tocantins, mas agora parece que temos uma luz no fim do túnel, mesmo que por via alheia à vontade do eleitor. Ao menos uma possível estabilidade parece se avizinhar no horizonte.

Com mais uma decisão do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) ratificando decisão que expurgou o agora ex-governador do cargo, estamos na expectativa do Tocantins engatar uma marcha que sirva para sair dessa imobilidade que está afetando a vida de todos os tocantinenses. Que venha um bom tempo, pois esse que estamos atravessando é de uma lamentável situação.

Ao ex-governador é o momento do mesmo deixar o Tocantins ter seu curso, agradecendo a ele pelas realizações e sabendo do muito que deixou de fazer para o Estado se tornar efetivo em oportunidades de propiciar aos tocantinenses uma vida melhor. Página virada, que venha o sucessor, mesmo que interino para por a casa em ordem.

Ao governador que chega – Mauro Carlesse – cabe o bom senso, mesmo sendo interino nos poucos dias, para trabalhar em uma transição equilibrada para contrapor ao que foi herdado da outra gestão. Equilíbrio é a chave para evitar mais transtornos que os que estamos sentindo na pele.

É tudo que queremos e necessitamos: melhores dias para o Tocantins. Que eles comecem agora. Essa é a nossa torcida e o nosso querer.


Trabalho é a receita para se conseguir o sucesso

Saindo um pouco da nossa tradicional política e seus problemas, que são muitos, gostaria de adentrar em outra área: a da gastronomia tocantinense, que faz sucesso local e além das fronteiras do nosso Tocantins.

Quando falamos de gastronomia tocantinense, dentre os muitos e reconhecidos chefes, um nome em particular nos chama atenção: Ruth Almeida. A chef de cozinha Ruth Almeida  além de ser uma expert em sua área de atuação é um dos bons exemplos de superação e de conquista pessoal.

Reconhecida nacionalmente por seus saborosos pratos, a chef teve de lutar muito para chegar ao nível profissional em sua área e conseguir ter seu próprio restaurante, por sinal um dos mais disputados da capital.

Ruth Almeida é o retrato do Tocantins que nos impressiona, que nos motiva e que serve para mostrar que mesmo diante de tempestades, de obstáculos que se mostram intransponíveis, tudo é possível de ser realizado, de ser conquistado.

Não desistir, eis o que a história pessoal dessa mulher de origem pobre, mas com uma determinação que nenhuma barreira que a vida impõe pode fazê-la pensar em abrir mão de seus sonhos.

Em um momento em que os tocantinenses estão atônitos com os atuais acontecimentos em nosso Estado, nada melhor que saber que temos pessoas que estão trabalhando, trabalhando com o que gosta e tendo reconhecimento por sua atividade, e dessa forma eu agradeço à chef Ruth Almeida por ser esse bom exemplo para outros tocantinenses empreenderem e se tornarem vitoriosos também.

Agora, eu não sou de ferro, vou fazer minha reserva, no restaurante da Chef Ruth Almeida, para um dos pratos que considero uma iguaria: “Costela de tambaqui frita”. Eu recomendo.


Estratégia de ataques a políticos com mandatos parece ser a sobrevida de ex-prefeito de Palmas

O ex-prefeito de Palmas – Carlos Amastha – parece que está sentido o gosto do ostracismo com a saída do poder, com os holofotes em direção a atual gestora da capital, resta a ele continuar usando as redes socias para seus ácidos comentários, especificamente no microblog  Twitter.

A metralhadora giratória do ex-prefeito não perdoa ninguém, exceto os que não estão em algum cargo eletivo; dessa vez foi o presidente da Assembleia Legislativa. Com o destempero de sempre, Amastha fez o que sabe fazer: criticou com palavras vazias o ex- governador (temporário) Mauro Carlesse com aquele velho discurso “ de política mais asquerosa do mundo”, sendo ele um ambicioso candidato a fazer parte da mesma, ou seja: quer ser o governador do Estado.

A resposta de Mauro Carlesse foi elegante e não caiu no jogo de Amastha, de certa forma frustrando o ex-prefeito, que lá no fundo gostaria que uma provável discussão fosse criada para alimentar mais alguns momentos de mídia espontânea para si. Carlesse cortou qualquer tentativa de continuidade e mais uma provocação de Amastha se mostrou infértil.

Em um momento em que o Tocantins vive um momento de total instabilidade política, sem sabermos qual será o destino diante de tamanho imbróglio, o que se esperaria do senhor Amastha é que o mesmo mantivesse o bom senso e usasse o seu tempo nas redes socias para apresentar um projeto, um plano de governo que viesse apresentar suas propostas para o Tocantins sair dessa crise que parece não ter fim.

Talvez pela vaidade pela qual é conhecido, talvez pela necessidade de estar na mídia ou por simples exercício de tentar estabelecer o caos diante do que já é catastrófico o ex-prefeito insiste em colocar gasolina no fogo; mas a cada escrito no Twitter  o seu filme vai sendo queimado e fica a impressão que aqueles que o apoiam vão o deixando de lado e agravado pelo fato de que político sem mandato é um perdedor adiantado.

Resta esperar que a razão se torne  preponderante nas falas e nos escritos do ex-prefeito de Palmas e que o seu discurso seja de boas e construtivas ideias. O Tocantins precisa e agradece.

 


“No Brasil, até o passado é incerto”

A frase acima é atribuída ao ex-ministro Pedro Malan e traduz exatamente o momento que o Estado do Tocantins está atravessando. A incerteza de não termos uma definição de quem realmente comanda o governo estadual e qual será o próximo desenlace nessa confusa e danosa situação.

Ao cassar o mandato do ex-governador que é o atual ocupante do Palácio Araguaia – Marcelo Miranda (MDB) – o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no já distante dia 22 de março, parecia haver colocado uma ordem no caos político. O governador temporário chegou a tomar posse,  Mauro Carlesse (PHS), enquanto o TRE ( Tribunal Regional Eleitoral) já fazia os primeiros movimentos para os preparativos da eleição suplementar, que elegeria democraticamente o governador até o final do ano, sabendo-se que a eleição de outubro acontecerá normalmente.

Mas tudo isso foi posto abaixo com a volta daquele que havia sido cassado e com o seu retorno o processo de ‘Judicialização’ colocou o Estado na incerteza e nas projeções de cenários que até mesmo os mais experientes analistas têm receios a configurar algum entendimento pela situação, pois a questão do tempo e das apelações podem comprometer tudo que já havia, digamos assim, sido acordado pela própria justiça eleitoral.

Com a questão sendo de prazos, provavelmente teremos duas situações, em ambas lamentáveis, para definição desse quadro. A primeira é que Marcelo Miranda termine seu mandato e com os direitos políticos garantidos, ou seja: podendo ser candidato a qualquer cargo eletivo; a segunda: pela já citada questão de tempo, a famigerada eleição indireta poderá ser o instrumento para determinar o governador temporário.

Infelizmente até o passado é incerto no Brasil e no Tocantins parece ser ainda mais e de certo é nas eleições de outubro, essas de certo, o eleitor ter candidatos que sejam realmente ficha limpa e com o processo eleitoral sem manchas ou máculas para termos representantes que não corram o risco de terem seus mandatos cassados.


Um nome em alta: Cinthia Ribeiro

A saída  de Carlos Amastha do comando da prefeitura municipal  fez um bem muito grande a boa parte dos palmenses, para isso bastou conferir algumas faixas pela cidade com dizeres poucos elogiosos ao ex-gestor da capital, aquele que muitas das vezes parecia se achar  acima dos simples mortais.

Especialmente para Cinthia Ribeiro a renúncia de Amastha foi um grande e valioso presente; agora ela terá todas as condições de colocar seu nome em destaque e pelo que se vê a disponibilizar o  seu modo de gestão à frente da prefeitura, sem lembranças ou interferências do seu antecessor. Isso se confirmar pelo nome de seus auxiliares diretos, sem resquícios da administração anterior.

Para aqueles que tinham alguma dúvida a respeito da capacidade política da agora prefeita de Palmas, é bom que modifiquem esse pensamento.

A atual prefeita tem um perfil de quem busca muito além de ter sido vice na chapa do ex-prefeito Amastha. Não foi uma questão de herdar o cargo, como muitos poderiam dizer ou supor. Para estar nessa condição, ela teve visão política para avaliar que o ex-prefeito iria, certamente, buscar uma candidatura ao senado ou ao governo estadual. Ponto para ela.

Além de ser a prefeita da capital, Cinthia está em  alta entre os caciques do seu partido: o PSDB. Prova disso é que os atritos com o presidente regional da sigla no estado, senador Ataídes Oliveira, que há pouco tempo sugeriu a expulsão da mesma do partido, não chegaram a abalar seu nome junto à cúpula nacional, ao contrário, pelo texto que está no site do partido o nome da prefeita da capital tem muito boa aceitação. Confira um trecho do texto:

“Cinthia Ribeiro passou a integrar um seleto grupo formado por apenas três mulheres que hoje administram as capitais de seus estados. Seu desafio hoje vai além de mostrar a competência feminina na gestão pública, pois ainda está administrando disputas internas para permanecer no PSDB”, destaca a publicação oficial do partido.

Yeda Crusius apontou a relevância da prefeita para o PSDB e o posicionamento do partido em nível nacional. “O presidente Alckmin está com ela. Todas nós do PSDB Mulher estamos com ela. A Cinthia já permaneceu. A situação já está resolvida. A única coisa certa até agora é ela”.

Amastha pode ter dado um passo errado ao se afastar da prefeitura para concorrer em uma eleição que pode lhe sepultar politicamente, mas foi generoso ao abrir caminho para um nome que ao que parece será muito mais eficiente à frente do comando da prefeitura municipal, ao menos não teremos a arrogância e o destempero do ex-prefeito. Isso já representa muito.

 


A força das mulheres na política tocantinense

Apesar de ainda representar um número pouco representativo em relação ao de homens no cenário político, as mulheres cada vez mais estão ocupando cargos no executivo e no legislativo.

Temos agora à frente da prefeitura de Palmas Cinthia Ribeiro (PSDB) que é a segunda mulher a ocupar o cargo, sendo Nilmar Ruiz a primeira prefeita da capital tocantinense.

O Tocantins desponta como Estado com o maior número de representantes femininos na Câmara Federal, das oito cadeiras, três delas são de mulheres: Dorinha Seabra  (DEM),Dulce Miranda (MDB) e Josi Nunes (PROS).

No Senado temos a senadora Kátia Abreu (PDT), uma das mais importantes lideranças políticas nacionais, tendo ocupado em determinado período o ministério da agricultura, ocupando um cargo na esfera do governo federal, algo que era inédito para um político tocantinense.

Para coroar o (bom) momento das mulheres na política tocantinense, temos a deputada Luana Ribeiro (PDT) no cargo de presidente da Assembleia Legislativa, casa que ainda conta com Amália Santana (PT) e Valderez Castelo Branco (PP).

A política tocantinense precisa dessa oxigenação proporcionada pela mulher e que outras mais venham a ocupar cargos e possam contribuir para que o Tocantins possa trilhar os caminhos do desenvolvimento social e econômico que ainda se ressente.

 


Mesmo cassado o ex-governador pode voltar ao cargo

O Estado do Tocantins vive um momento extremamente complicado. Temos um governador cassado, um governador tampão em exercício do cargo e com eleições suplementares com data marcada; diante dos fatos poderíamos pensar que, apesar da situação, tudo estaria  caminhando para que um momento de calmaria, eis que tudo pode mudar.

Mais uma vez poderemos ter uma catastrófica mudança no quadro político e tendo novamente o ex-governador Marcelo Miranda no centro do furacão.

O recurso do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) foi recebido no gabinete do ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF). E Caso o pedido seja aceito, mesmo estando cassado, Marcelo Miranda  pode voltar a ocupar o Palácio Araguaia. Com isso, a eleição suplementar que está marcada para 3 de junho poderá ser suspensa.

O problema jurídico envolvendo a decisão ocorre porque o TSE determinou o afastamento imediato de Marcelo Miranda e Cláudia Lelis (PV), antes mesmo do julgamento de recursos chamados embargos declaratórios.

O pedido feito pelos advogados do ex-governador ao Supremo Tribunal Federal é para que a execução, ou seja, seu afastamento do governo, ocorra apenas após julgamento destes embargos.

Em síntese:  se Gilmar Mendes aceitar o pedido, Marcelo Miranda pode voltar ao cargo até que o Tribunal Superior Eleitoral dê um veredito sobre os embargos de declaração.

Algumas informações nos bastidores já citam que na próxima semana o  ex-governador cassado já estaria de volta ao Palácio.

Até o desfecho dessa situação, vamos vivendo um tempo de instabilidade e lembrando o slogan da campanha do Palhaço Tiririca: “Pior que tá, não fica”.