Após três meses de ciência produzida em todo o planeta sobre o novo coronavírus, cientistas começam agora a ter um pouco mais de certeza sobre o que o SARS-CoV-2 tem de único em relação a outros patógenos para conseguir paralisar o mundo.

— Esse vírus é diferente da maior parte dos vírus respiratórios porque os portadores assintomáticos transmitem a infecção tão bem quanto os sintomáticos — explica Luciana Costa, professora do Departamento de Microbiologia da UFRJ. — Isso se torna muito mais problemático quando combinado ao número de doentes graves que surgem em proporção ao número de infectados e o tempo que esses pacientes requerem de hospitalização.

Médicos e epidemiologistas estudam o padrão de contágio do patógeno, e outros cientistas dedicam-se a outro caminho: mapear a estrutura do vírus, proteína por proteína, em busca de uma maneira para deter a Covid-19.

Ciência analisa estrutura do coronavírus e busca drogas para ‘neutralizar’ sua ação

Após três meses de ciência produzida em todo o planeta sobre o novo coronavírus, cientistas começam agora a ter um pouco mais de certeza sobre o que o SARS-CoV-2 tem de único em relação a outros patógenos para conseguir paralisar o mundo.

— Esse vírus é diferente da maior parte dos vírus respiratórios porque os portadores assintomáticos transmitem a infecção tão bem quanto os sintomáticos — explica Luciana Costa, professora do Departamento de Microbiologia da UFRJ. — Isso se torna muito mais problemático quando combinado ao número de doentes graves que surgem em proporção ao número de infectados e o tempo que esses pacientes requerem de hospitalização.

Médicos e epidemiologistas estudam o padrão de contágio do patógeno, e outros cientistas dedicam-se a outro caminho: mapear a estrutura do vírus, proteína por proteína, em busca de uma maneira para deter a Covid-19.