As feiras têm uma função essencial para a interação e geração de empregos e renda às pessoas que vivem no campo. De acordo os feirantes da Feira Coberta, instalada na área aberta, no Mercado Central Municipal de Porto Nacional, ainda que tomando todas as medidas de prevenção contra a Covid-19, existe uma diminuição do público frequentador do local. Mesmo com a queda nas vendas, os feirantes e produtores necessitam das feiras para comercialização de seus produtos e sustento.

Com informações da Prefeitura Municipal, a Feira conta com 200 feirantes cadastrados. O Camelódromo possui 62 boxes de revenda de produtos importados, bijuterias, roupas, calçados, óculos e barbearia. Atendendo de segunda a sábado, das 7 às 18 horas, e aos domingos, de 6 às 14 horas.

Conforme Roseli Aparecida, conhecida popularmente como ‘Rose’, feirante há quase 20 anos, todos os que desenvolvem trabalhos na feira e no Camelódromo trabalham de máscara, usam e disponibilizam álcool em gel 70% aos fregueses. “Nossos feirantes tomam todos os cuidados preventivos e higiênicos. Todas as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), e do Ministério da Saúde (MS), estão sendo atendidas”, assegurou.

A feirante também lamentou à reportagem que o local ainda não está recebendo a totalidade dos clientes que antes da pandemia visitavam o espaço público. “Diminuiu em 35% o volume de pessoas na feira. Esta fazendo falta, nós feirantes conhecemos todos da clientela que frequenta a feira. E essa clientela, nos ajuda demais, por isso, a gente pede a vocês que retornem”, convidou.

Valores dos produtos

“Os valores não foram acrescidos, porque são os pequenos agricultores precisam desse dinheiro para sobrevivência, então a gente não pode agregar valores tão altos. São preços acessíveis, que cabe no bolso do consumidor e que ajuda o pequeno agricultor e os feirantes. São verduras frescas, colhidas no dia, hortigranjeiros em geral, tudo produzido pelos feirantes e agricultores da região”, concluiu.