A ativista Greta Thunberg completou  18. Em sua conta do Twitter, ela postou uma mensagem de agradecimento bem-humorada:

“Muito obrigada por todos os desejos de boa sorte nos meus 18 anos”, escreveu.

“Hoje à noite vocês irão me encontrar em um pub local revelando todos os segredos obscuros por trás da conspiração do clima, das greves escolares, e dos meus apoiadores do mal que não podem mais me controlar! Estou finalmente livre!”

Personalidade do ano da revista Time em 2019, Greta Thunberg ganhou fama e inspirou movimentos estudantis na luta contra o aquecimento global e em defesa da natureza.

Em 2018, Greta deixou de ir a aulas nas sextas-feiras em Estocolmo para protestar contra o aquecimento global. O ato solitário ganhou apoio nas redes sociais e se tornou uma campanha mundial conhecida como “Fridays For Future” (ou ‘Sexta-feiras pelo Futuro’, em tradução livre).

Em entrevista ao G1, Greta afirmou que poucos adultos estão escutando as demandas dos jovens. “Eles estão ocupados fazendo outras coisas para serem reeleitos”, disse ela.

Trajetória de Greta em 7 tópicos

Ela conta que aos 8 anos, na escola, ouviu falar pela 1ª vez sobre aquecimento global e disse ter ficado assustada com a falta de ação dos adultos.

Ela conta que o temor em relação ao meio ambiente foi um dos fatores em um período depressivo, no qual deixou de ir à escola por um tempo.

Aos 11 anos, ela foi diagnosticada com Asperger, um tipo de autismo. Ela diz que essa condição é chave em seu modo de agir e interpretar o mundo.

Depois de pesquisar e convencer os pais sobre a crise climática, a estudante começou em 2018 a deixar de ir a aulas nas sextas para protestar.

Ato solitário ganhou apoio nas redes sociais e foi seguido pelo mundo sob o nome de “Fridays For Future”.

Greta já discursou eventos internacionais como a COP24, a Conferência do Clima da ONU, e o Fórum Econômico Mundial.