Por volta das 22 horas da terça-feira, 28, a Capital confirmou o segundo óbito por Covid-19. Trata-se de um homem com 52 anos de idade, morador da região Norte de Palmas. O paciente, que era caminhoneiro, viajou recentemente para outro estado brasileiro e começou a apresentar os sintomas há cerca de sete dias. Com este óbito, o Estado do Tocantins registra três casos fatais da doença.

O homem foi atendido no dia 26 de abril na Unidade de Pronto Atendimento (UPA Norte), onde foi coletado o material para o exame, permanecendo em isolamento na unidade de saúde. Em seguida foi encaminhado para Hospital Geral de Palmas (HGP) para internação.

Segundo informações do HGP, ontem à tarde, o paciente apresentou piora no quadro de saúde e foi submetido à ventilação mecânica, mas não resistiu e foi a óbito. O homem era diabético, hipertenso e estava em tratamento de hanseníase.

O resultado do exame de Covid-19 do paciente foi confirmado positivo no final da tarde de terça-feira, 28, pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

Atualmente, o Tocantins contabiliza 116 casos da doença, três óbitos, 17 casos recuperados, 91 em isolamento domiciliar e cinco internados – (três em hospital público e dois em hospital privado). O Estado possui uma plataforma onde todos podem acompanhar o números de Covid-19 no Tocantins.

Outros casos fatais

Francisca Romana Sousa Chaves, de 47 anos, foi a primeira vítima fatal decorrente de infecção causada pelo coronavírus (Covid-19) no Estado do Tocantins. O anúncio foi feito pela Prefeitura Municipal de Palmas, no final da noite do dia 14 de abril. Romana era assistente social servidora da Secretaria Municipal de Saúde.

O segundo paciente tocantinense foi a óbito na madrugada do dia 20 de abril, informou a Secretaria de Estado da Saúde (SES). A vítima era o empresário Erlim de Andrade, de 68 anos, morador de Paraíso do Tocantins. Erlim contraiu a doença no hospital privado Anis Rassi, em Goiânia, Goiás, onde estava internado para realização de procedimento cirúrgico e permaneceu sendo assistido até seu falecimento. O protocolo do Ministério da Saúde determina que os casos de coronavírus devem ser notificados no domicílio do paciente, ou seja, onde ele reside.