O mutirão para coletar DNA de parentes de pessoas desaparecidas já deu resultado no Rio.

A Polícia Civil identificou um homem encontrado morto em 2018, dando finalmente uma resposta à mãe e à irmã.

O Estado do Rio foi o que mais contribuiu com a campanha, feita em junho e capitaneada pelo Ministério da Justiça.

Ao todo, 398 famílias — ou 508 coletas individuais — compareceram aos postos na esperança de dar um desfecho à busca por seus desaparecidos.

‘Alerta Pri’

Aliás, os celulares fluminenses em breve receberão mensagens avisando sobre o desaparecimento de crianças.

O “Alerta Pri” — em homenagem a Priscila Belfort, que desapareceu — foi criado por lei do deputado Alexandre Knoploch (PSL) e já está regulamentado, mas ainda não saiu do papel.

No entanto, ainda este mês, um novo sistema criado pela Polícia Civil vai começar a enviar as informações de forma automática às operadoras de telefonia. A expectativa é que tudo esteja em funcionamento já em setembro.