O vice-presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que solicitou à comissão a quebra de sigilo telefônico, fiscal, bancário e telemático (redes sociais e e-mail) de ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

Segundo o congressista, o requerimento tem como base as denúncias de contratação de empresas para a reforma de galpões do Ministério da Saúde justificados pela emergência da pandemia. Eis a íntegra (253 KB).

MAIS QUEBRA DE SIGILO

Na 2ª feira (17.mai.2021), o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) também pediu à CPI a quebra de sigilo telefônico, fiscal, bancário e telemático de Pazuello, Carlos Bolsonaro, Ernesto Araújo, “Markinho Show”, Fabio Wajngarten e Carlos Wizard. Para o congressista, eles estão envolvidos em suposto “Ministério Paralelo da Saúde”.

SUPOSTA FRAUDE

O Ministério da Saúde teria assinado 2 contratos sem licitação no valor total de R$ 28,9 milhões para reformas no Rio de Janeiro. Os acordos teriam sido anulados porque a AGU (Advocacia Geral da União) negou as duas dispensas de licitação e pediu investigação par apurar “indícios de conluio entre o os servidores e a empresa contratada”.

Segundo reportagem do Jornal Nacional  ambos os contratos foram firmados em novembro de 2020, durante a gestão de Pazuello. A pandemia foi usada como justificativa para dispensar as licitações.