Em uma época em que estão todos planejando viagens de fim de ano, vale a pena ficar atento para a qualidade de um serviço que está se tornando cada vez mais comum, especialmente m viagens internacionais, por questões legais.

Trata-se do seguro-viagem, que é obrigatório para quem vai para a maior parte dos países da Europa*, por exemplo.

Segundo um levantamento feito pelo site Reclame Aqui, foram registradas 1.720 reclamações sobre esse serviço entre janeiro e novembro deste ano, nível 24% maior que o apurado no ano inteiro de 2018.

Reclamações registradas sobre seguro-viagem

Ano       Núm. de reclamações

2016      880

2017      1.234

2018      1.387

2019*    1.720

Fonte: Reclame Aqui. *até novembro

O site lembra que os riscos de incidentes crescem quando se está em viagem, seja pelos deslocamentos durante os passeios ou pela não adaptação à comida típica de um país diferente.

Pesquise sobre as operadoras e as coberturas

Antes de viajar, pesquise as operadoras de seguro, leia também relatos e as experiências de outros viajantes e verifique a reputação das empresas. Além disso, é importante se atentar para os tipos e valores das coberturas.

Geralmente, além de emergências médicas, há opções com assistência odontológica, auxílio em caso de extravio de bagagem, apoio para deslocamento e estadia em caso de cancelamento de voo, regresso sanitário entre outras emergências.

*os países signatários do Tratado de Schengen exigem que o visitante tenha seguro-viagem com cobertura mínima de 30 mil euros com gastos de saúde. São eles: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslovênia, Eslováquia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Islândia, Letônia, Lituânia, Liechtenstein, Malta, Noruega, Luxemburgo, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça.