Entre os dias 15 e 17 de agosto, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Estado do Tocantins (Ruraltins), realiza atividades da capacitação continuada do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), voltada para a Integração Lavoura Pecuária e Floresta (ILPF). O treinamento, que está no segundo módulo, será realizado na cidade de Paraíso, no auditório do Instituto Federal do Tocantins, a partir das 8 horas.

A capacitação é uma parceria entre os governos federal e estadual, por meio do Ministério de Agricultura e Pecuária (MAPA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), com duração de três anos, envolvendo cerca de 60 extensionistas rurais de todo o Estado, atendendo ao convênio n° 817962/2015.

De acordo com Ana Clara Bohnen de Barros, zootecnista e gerente de agropecuária do Ruraltins, o tema desse segundo módulo será voltado, principalmente, para a integração lavoura pecuária, onde o foco da atividade será a produção de carne e leite em pastagens degradadas. “Esse é segundo módulo, sendo o primeiro realizado em março, e já percebemos alguns resultados com as ações realizadas em campo pelos nossos profissionais. Estamos com boas expectativas para a continuação dessa capacitação”, afirma a engenheira, acrescentando que o segundo módulo é aberto para outros profissionais da área e agricultores que desejam participar. A programação do curso conta com parte teórica e visitas técnicas no campo, para que os extensionistas possam vivenciar situações na prática.

Plano ABC

O Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Embrapa, em parceria com os estados e municípios. O ABC visa aumentar o número de produtores rurais que utilizem técnicas sustentáveis. Para atingir esse objetivo, esses órgãos trabalham em conjunto para capacitar multiplicadores do plano nos Estados.

Nesse sentido, estimular a redução das emissões de carbono no setor agropecuário, como forma de cumprir os compromissos assumidos pelo Brasil na Conferência do Clima da ONU (COP 15).

O plano baseia-se em tecnologias como o sistema de plantio direto, recuperação de pastagens degradadas, fixação biológica de nitrogênio no solo, plantação de florestas comerciais e tratamento de resíduos de animais.

(Com informações da assessoria de comunicação)