Na Venezuela, a ONG Fundaredes, a mais ativa na divulgação de abusos e confrontos armados em áreas da fronteira com a Colômbia, denunciou a prisão de seu diretor, Javier Tarazona, e de seu irmão José Rafael Tarazona, além de Omar de Dios García e o ativista de direitos humanos Yhonny Romero. Romero foi libertado horas depois.

Os detidos foram acusados ​​de instigação de ódio, traição e terrorismo, e o tribunal estabeleceu uma prisão em Caracas como local de detenção.

“Agora são 45 dias de investigação do Ministério Público para esclarecer os fatos e podermos solicitar a prática de alguns procedimentos”, disse à Reuters Alonso Medina Roa, advogado dos ativistas.