Mais de 30 municípios do Tocantins dentre os 139 perderam moradores de 2020 para 2021, segundo a nova estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta sexta-feira (27).

Até Formoso do Araguaia, uma das principais cidades do sul do Tocantins, está na lista. O município tinha 18.399 habitantes no ano passado e agora tem 18.358. Outro importante município, Tocantinópolis, no Bico do Papagaio, saiu de 22.845 moradores para 22.820.

Já Goianorte, Natividade e Oliveira de Fátima aumentaram 6 habitantes cada. O primeiro tinha 5.130 moradores em 2020 e passou para 5.136 em 2021; o segundo tinha 9.250 e agora tem 9.256 e o terceiro saiu de 1.118 para 1.124.  

Outras curiosidades

– Babaçulândia aumentou 2 habitantes. Tinha 8.666 em 2020 e tem 8.668 em 2021.

– Chapada de Areia saiu de 1.410 moradores em 2020 para 1.415 em 2021. 5 novos habitantes.

– Rio Sono aumentou 10 habitantes. Saiu de 6.488 para 6.498.

– São Félix aumentou 12 habitantes, saindo de 1.598 para 1.610.

– São Salvador saiu de 3.094 para 3.106, aumento de 12 habitantes.

– Dueré permanece com a mesma quantidade de habitantes: 4.686.

– ­Novo Alegre não aumentou nem reduziu: o total é 2.332 habitantes.

– Santa Terezinha aparece com 2.530 moradores em 2021, mesma quantidade do ano passado.

– Piraquê saiu de 3.033 para 3.038, aumento de 5 moradores.

População do Tocantins e das 5 maiores cidades

O Tocantins chegou a 1.607.363 contra 1.590.248 no ano passado. No Censo de 2010 eram 1.383.445 tocantinenses. Confira as 5 cidades mais populosas do estado:

Palmas chegou a 313.349 habitantes – eram 306.296 em 2020;

Araguaína soma 186.245 moradores – eram 183.381 em 2020;

Gurupi tem 88.428 habitantes – eram 87.545 em 2020;

Porto Nacional chegou a 53.618 habitantes – eram 53.316 em 2020; e

Paraíso chegou a 52.521 moradores – eram 51.891 em 2020.

Conforme o IBGE, as estimativas são realizadas por meio de procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos municípios.

O método baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010) e ajustadas.