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sábado, março 7, 2026
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PMs suspeitos de executar homem e forjar troca de tiros vigiaram vítima por pelo menos nove dias, diz investigação

Policiais alegaram que Jaimeson Alves da Rocha resistiu à abordagem, mas testemunhas afirmaram ter visto o jovem rendido, com as mãos para cima. Operação da Polícia Civil cumpriu 14 mandados de busca e apreensão em Palmas.

Os cinco policiais militares (PMs) e o guarda metropolitano, suspeitos de executar Jaimeson Alves de Rocha e de forjar uma troca de tiros para encobrir a ação, vigiaram os passos e rotina dele por pelo menos nove dias antes do crime. Segundo a investigação, o monitoramento era feito através do acesso às câmeras de segurança da Prefeitura de Palmas.

Os PMs são integrantes da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam). Eles e o guarda metropolitano foram alvos de 14 mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (15), na operação da Polícia Civil que investiga a morte de Jaimeson após suposta resistência a uma abordagem policial em 18 de junho deste ano, no Jardim Aureny III, em Palmas.

A Polícia Militar afirmou que colaborou com o cumprimento dos mandados e acompanhou o cumprimento da ordem judicial, com um oficial presente em todos os locais que foram alvos da operação. Por meio de nota, lamentou o pedido do delegado que preside o inquérito da busca e apreensão nas dependências do quartel, pois as armas e os depoimentos dos policiais foram colhidos no ato da apresentação da ocorrência na delegacia.

A prefeitura de Palmas informou em nota que está colaborando com com a Polícia Civil no caso do suposto envolvimento de um agente da Guarda Metropolitana, mas que não teve acesso à íntegra dos autos. “Sendo confirmada a participação do agente, a pasta tomará todas as medidas cabíveis para apurar possíveis desvios de conduta e aplicar as sanções dentro do que determina a legislação”, afirma 

Conforme apurado pela 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP – Palmas), o relato de testemunhas, imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos próximos à oficina mecânica e até mesmo a estrutura do local, refutam a versão dos políciais investigados.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, as evidências apontam para um crime de execução e não para uma morte em decorrência de confronto, denominada “morte por intervenção de agente do Estado”, conforme a narrativa dos militares. 

Foi apurado durante a investigação que Jaimeson estava sendo monitorado pelos policiais, com o apoio do guarda metropolitano, há pelo menos nove dias antes de ser morto.

Câmeras refutam versão dos investigados

Na versão dos PMs, Jaimeson foi abordado porque havia um mandado de prisão em aberto contra ele e, ao perceber a aproximação da viatura da Rotam, Jaimeson mudou de trajeto, entrando na oficina com intuito de se esconder. 

Sobre a abordagem os investigados disseram que Jaimeson estava no fundo do estabelecimento, de costas para os policiais. Ele teria ignorado a ordem para virar-se de frente e se negado a erguer as mãos para o alto em sinal de rendição. Depois, de forma repentina, Jaimeson se virou e atirou contra os militares, que revidaram.

Entretanto, segundo a DHPP, câmeras de segurança de um comércio vizinho mostram o guarda metropolitano e um dos PMs investigados passando em frente ao local momentos antes do crime em carros sem identificação da polícia.

As filmagens também mostram Jaimeson chegando à oficina de forma tranquila, buscando conserto para sua motocicleta que apresentava vazamento de óleo. O mecânico inicia os trabalhos de revisão do veículo ainda na calçada, enquanto entra na oficina. 

Depois de alguns minutos os três policiais da Rotam chegam, pedem para que o mecânico saia e entram no local. A proprietária da oficina também é retirada e, segundo seu relato, antes de sair ela viu Jaimeson ser revistado pelos policiais e ficar de frente para os militares com as mãos para cimacompletamente rendido, contrariando a versão dos PMs.

Ao sair da oficina, a proprietária viu o guarda metropolitano em uma calçada próxima. Segundo ela, o guarda lhe fez algumas perguntas sobre a vítima. Em seguida a mulher correu, após ouvir disparos de arma de fogo.

Fonte: G1 Tocantins.

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